Sono

 


Depois de toda a raiva vem o sono, 
o cansaço que pesa nos membros, 
o esquecimento...

Ficam os dias cinzentos sem propósito, 
a modorra do tempo gasto sem honra nem glória.

De nada serviram os golpes às cegas, 
deste ser servil, nada serviu...

Quem sabe, talvez o sono sirva, ou o  esquecimento.
Talvez a imobilidade catatónica 
do choque de nada ter servido.
Chega!
Sim, talvez o esquecimento do sono chegue.

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