Navegar

É hora de me reconstruir,
Reconstituir,
Juntar os pedaços,
Ver o horizonte distante.

Quem sabe a maré não vire?
Pode ser que um dia
Eu já não sinta os teus sinais,
E de fato, não os sentir.

Não se preocupe
Soobre onde vou estar,
Posso estar em mim mesma,
Ou à deriva desse estar,
Não se preocupe.

Eu sei em que mares naveguei...

Um comentário:

Anônimo disse...

A verdadeira ternura
não se confunde com mais nada.
E é silêncio.
Se amanhã - por teimosia - te disser que não sei ser feliz, suplico-te um beijo que escorra sofregamente pela linha telefónica e cale todos os meus porquês.