onde meus pés,
cansados,
não acertam o passo.
Que esses versos
que correm em minhas veias,
sejam um pouco de tudo,
silêncios sem métrica,
palavras diluídas
dizendo
o que o coração cala.
E quando eu chegar ao fim,
onde estão os começos, à espera;
as palavras se apartem de mim
e sejam unas,
indivisíveis,
num poema singular
desalinhando o caminhar errante.
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