Canção de Morpheu




Há uma brisa que me roça o pescoço
Nesta noite cheia de cansaços

Um roçar doce perfumado

Solto pelas palavras que meus olhos ouvem

Quando sentado diante desta tela fria

Transporto-me até ti

O beijo que te mando

Não cabe aqui, vai com o vento

Desejo-te, agarra-me

A culpa será minha

Estou aquém e além

Quero tudo como queres

A culpa é minha

As almas não se tocam

Fundem-se,

Explodem e enchem as trevas de luz

E é disso que és culpada

Os relâmpagos, rasgam os céus

E dão-me razões

As estrelas uniram-se

Ciumentas da tua voz

Não crie duvidas

Ajude-me a encontrar a certeza

Que está perdida em mim

Mas ela existe...

poema a dois...

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